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Experimentando o novo de Deus

Experimentando o novo de Deus
A teologia perde para muitos a importância como estudo de Deus e do que Ele quer para nós, pois procura-se mais “sentimentos”, ou seja, o que queremos sentir em relação a Deus, experiências com novidades, muitas vezes dissociadas da revelação sagrada. A rápida mudança tecnológica e científica, associada à vulnerabilidade contemporânea da ética, pressionam a teologia. Prova disso é a crescente e fácil incorporação na teologia cristã das bandeiras dos movimentos sociais, políticos, sincretismos e até modismos religiosos em todo o mundo.
Por outro lado, o homem cansa-se muito facilmente do que faz e lança-se avidamente naquilo que chama de novo. Seria essa a novidade a ser criada por Deus? Seria o resultado de nosso esforço, o novo que esperamos de Deus?
Textos como o de II Cor. 5. 17, falam da novidade que Deus faz em quem recebe Jesus. Deus faz sim coisas novas, gosta de fazê-lo e promete fazê-lo inclusive na Parousia, nos tempos escatológicos, como está em Apoc. 21.5: “Eis que faço novas todas as coisas”. No mesmo capítulo João disse que “viu um novo céu e uma nova terra”. Mas estaria hoje a razão humana a serviço da ação novidadeira de Deus? A racionalidade humana, evocada para justificar suas novas posições, suas inovações, nem sempre anda de mãos dadas com a razão de Deus.
As práticas presentes na vida do povo que se chama pelo nome de Deus, só podem ser chamadas de coisas novas de Deus se por ele forem criadas, se para o seu propósito soberano servirem e se puderem ser isentas das contaminações do presente século.
Assistimos o esforço de muitos pela universalização de suas experiências, atribuindo a Deus o que chamam de o Seu mover. Por isso, ao tempo em que convido a todos para uma disponibilidade permanente para a intervenção divina, seja no campo da liturgia, seja na releitura de nossa teologia, na eclesiologia e especialmente na sua prática religiosa, convido também para refletirmos biblicamente sobre o que seja o novo de Deus na vida pessoal e o conseqüente novo de Deus na Igreja.

Do seu pastor Nilson Godoy

 


Escrito por:

Nilson Gomes Godoy que escreveu 89 artigos em SIBNF – Segunda Igreja Batista de Nova Friburgo.

Pastor da SIBNF

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Uma resposta para “Experimentando o novo de Deus”

  1. Théophile Urrutia disse:

    Buen comienzo (bom começo)

    O autor do comentário mora na cidade de Gjon, na Espanha.

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