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Hoje é o dia do Pastor

Escrevo hoje, referindo-me a um dia aleatório, como o dia 31 de março, por exemplo. Sim, hoje é o dia do Pastor. Mas no calendário eclesiástico do ano de 2013 está reservada a data de 09 de junho. Qual será o dia correto? Repito, sem medo de errar: hoje é o dia do pastor.

Vamos deixar a data para resolvermos depois. Vamos falar primeiro sobre o pastor? Quem ele é? O que se espera dele? Jesus disse de si mesmo como o “Bom pastor” e acrescentou: “O bom pastor dá a vida pelas ovelhas”. Na verdade, sendo Jesus o pastor, todos os dias devemos reder-lhe homenagens, honras, gratidão. Ontem, hoje, amanhã e sempre serão dias iguais, dias do Pastor Jesus em nossas vidas.
Esse Jesus, pastor supremo, “deu dons aos homens” e a alguns Ele chamou como auxiliares seus, para pastorear o seu rebanho. Aliás, já que todas as ovelhas são dEle, só podemos admitir alguém como pastor, se for chamado pelo Dono, Jesus. Assim como o exercício ilegal de uma profissão acarreta em ônus, dissabores, prejuízos, assim também, querer exercer o pastorado sem o chamado divino, torna-se um desastre.
Um dos motivos para a preocupação com esse chamado divino é que Jesus vai requerer das mãos dos pastores, seus auxiliares, a prestação de contas sobre as ovelhas que são dele. Em Hebreus 13.17 lemos: “Obedecei a vossos guias, sendo-lhes submissos; porque velam por vossas almas como quem há de prestar contas delas; para que o façam com alegria e não gemendo, porque isso não vos seria útil.” Ou seja: todos prestaremos contas a Deus sobre os nossos atos e os pastores, além da prestação de contas sobre os seus atos, ainda prestarão contas das ovelhas que estão sob os seus cuidados.
Seria uma tragédia para o pastor, se apenas no segundo domingo de junho fosse ele lembrado, ouvido, honrado. Seria uma tragédia também para as ovelhas se, por qualquer motivo, o seu compromisso com o Sumo Pastor, não fosse alvo de orações, dedicação e dependência constantes. Portanto, hoje é o dia do pastor terreno, do sumo Pastor e dia das ovelhas também. Hoje é dia de renovação de compromisso de todos nós, compromisso de oração, de sustento, de apoio, de honra, de serviço, de prontidão, porque o fazemos para aquele que realmente nos pastoreia, Jesus.
Quanto aos pastores temporários, terrenos e humanos, lembremo-nos de suas fragilidades, de que são carecedores de nossas orações e incentivo. Um pastor só pode chegar a realizar alguma grande tarefa de apoio às ovelhas, se conseguir reconhecer sua pequenez e dependência permanente do agir do Espírito de Deus e se for apoiado pelo rebanho que lidera.
Com alegria por estarmos juntos nesse rebanho, Nilson Godoy

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Uma “cidade santa”

Esse termo é bíblico e refere-se a cidade que Deus prepara para a morada das pessoas que aceitam o Seu Governo sobre suas vidas. Ou seja, aqueles que renunciam o direito de decidir o que querem e fazem, e aceitam incondicionalmente a Jesus e à Sua Palavra, fazendo da fé em Jesus a razão única de sua vida, esses vão morar nos céus.

Jesus disse: “Na casa do meu Pai há muitas moradas. Não se turbe o vosso coração, crede em Deus e também em mim. Eu sou o caminho… ninguém vai ao Pai, senão por mim”. (João 14). O apóstolo Paulo diz que somos cidadãos de duas pátrias, e o autor da carta aos Hebreus disse que chegaremos à “cidade do Deus vivo”, referindo-se ao lugar que Deus tem preparado para o seu povo e seus anjos.
Mas, enquanto aprouver ao Senhor que estejamos aqui, devemos trabalhar para que a nossa cidade terrena seja a mais santa possível, a partir de uma vida santa de cada um de nós. A Bíblia ensina que devemos honrar as autoridades, orar por elas, devemos pagar nossos impostos e orar pela paz da cidade, dentre outras ações que devem ser comuns aos que querem agradar a Deus.
Amar ao próximo como a nós mesmos é uma ordem. Jesus disse que esse mandamento é semelhante ao mandamento maior, ou seja, amar a Deus sobre todas as coisas. Amar, na visão do apóstolo Paulo é “alegrar-se com a justiça e a verdade e não buscar os próprios interesses”. Disse ainda que “O amor é sofredor, benigno, não é invejoso, não se vangloria, não se ensoberbece, nem se porta inconvenientemente…” ( I Cor. 13) Como precisamos desse amor em nossa sociedade!
Ao ensejo das comemorações do 195º aniversário de Nova Friburgo, alegramo-nos pelo povo que nesta cidade Deus colocou e pedimos a Ele que nos ajude a vencer as nossas necessidades. Também oramos para que Deus faça de nós uma bênção à cada dia. A Segunda Igreja Batista de Nova Friburgo já tem ajudado a escrever uma bonita história nesta cidade. Destacamos o fato de ter cedido por décadas, ao nosso Município, o patrimônio onde funciona a Escola Batista. E, diga-se de passagem, com uma das melhores pontuações no IDEB (índice de desenvolvimento da Educação Básica); a Igreja empenhou-se também no apoio aos flagelados de 2011, tendo distribuído mais de 110 toneladas de alimentos, além de roupas, 100 fogões e equipamentos; A Igreja tem investido no crescimento de crianças da comunidade e na recolocação de moradores de rua, além da Escola de música e investimento na família.
Estamos convencidos de nosso compromisso em contribuir para uma sociedade mais justa e amorosa. Oramos para que Deus dirija cada um de nossos governantes, ajudando-os a terem sempre uma conduta que O agrade e O honre como Senhor e Dono de todos nós.
E até aquele dia, quando “estaremos para sempre com o Senhor”.
O seu pastor, Nilson Godoy

 

(Foto: Cris Martins)

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Um domingo especial para as famílias

Este será um domingo especial na Segunda Igreja Batista de nova Friburgo. Primeiro, porque falaremos sobre as mães pela manhã; segundo, porque será lançada uma grande campanha de oração pelas famílias, à noite. Estaremos comprometidos, durante 100 dias ininterruptos, por orar pelas famílias, orar pelas autoridades que editam leis para a família, orar pela sociedade que providencia os recursos e ajuda na construção da ética para a família. Vamos orar também pela Igreja para que divulgue qual é a fonte e o compromisso da família.

Traremos nossos familiares, especialmente os não membros da Igreja, para recebermos juntos os desafios de Deus para a família hoje. Ofereceremos aos nossos convidados a oportunidade de escolherem, pelo voto a ser entregue na chegada ao templo, a mãe presente que deve ser homenageada com uma lembrança especial. Mas o presente mais especial será a construção de um pacto de oração e de crescimento com a família.
Como anda a sua família? Como foi a evolução de sua vida, desde que assumiu o compromisso com o seu cônjuge, diante de Deus e dos homens? Como seus filhos estão sendo criados? No temor do Senhor? Não duvide de que todos precisamos da bênção do Senhor para a família.
Estamos meditando nesse mês sobre: “Famílias abençoadas para abençoar”. Queremos que Deus nos use, para a felicidade de nosso lar e para a melhoria de nossa sociedade.
Deus chamou um simples e desconhecido Abrão e prometeu fazer dele uma bênção para todas as famílias da terra e o fez. Deus trabalhou para que a descendência desse homem, mesmo problemática, como é comum aos homens, fosse alvo e protagonista das maiores realizações da história. Deus está lhe chamando também. Não para impedir que você passe por problemas, mas para fazê-lo vencedor, apesar dos problemas. Não para ser abençoado apenas, o que já seria uma coisa extraordinária, mas para fazer de você um abençoador, uma pessoa que faça diferença onde está.
Cada irmão está sendo convidado a comprometer-se em oração por pelo menos dez familiares, crendo e sendo instrumento divino para que estes sejam alcançados pela maior das bênçãos: a salvação e alcançados pela direção do Espírito Santo de Deus.
Você e sua família não podem ficar de fora desse mover de Deus.
Desejoso de ser bênção para a família, Nilson Godoy

 

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A última Viagem

No último domingo, durante o desafio final do sermão, pedimos que se manifestassem os que estavam no templo pela primeira vez e com alegria vimos que alguns levantaram a mão. Perguntamos também quantos estavam ali pela última vez e, como esperávamos, ninguém se manifestou. Primeiro, porque ninguém sabe mesmo; segundo, porque todos desejamos que o fim de nossas vidas aqui demore chegar.

Mas, o que não imaginávamos, é que um parente tão próximo de irmãos nossos, perdesse precocemente a sua vida nesta semana, em uma viagem que fazia para Tombos, MG. Marcos Vinícios Galhardo, mais conhecido como Marquinhos Galhardo, foi vítima de um acidente que o levou à morte, infelizmente. Oramos pelo consolo de Deus a todos.
Em meio à dor e durante as palavras de condolências à família, surgiu a reflexão sobre a última viagem de cada um de nós. O Marquinhos planejava ir à Tombos e lá não chegou. Disso, nos resultou saudades, dor, lágrimas e separação. Mas seria essa a última viagem que ele planejava? Certamente que não. Pelo testemunho que deu, pelos desafios que deixou, pelo modo de viver, Marquinhos estava preparado para a viagem, cujo caminho é Jesus, cujo destino é a companhia eterna de Deus, cujo custo foi o preço pago na cruz, cuja maneira de ir é a fé.
Pelo que testemunhou, Marquinhos chegou a esse destino que planejou. Segundo testemunho de um amigo, usando o contexto do esporte que o Marquinhos gostava, ele foi “convocado”, já para ganhar o prêmio, a coroa da vitória. Disso resultou para ele alegria, comemoração, galardão, aprovação do “técnico” e dirigente de nossas vidas. Lá não há lágrimas, contusão, nem dor.
Trágico foi para nós, ficarmos sem ele. Para ele foi “lucro”, usando a palavra de Paulo aos Filipenses. Mas a bíblia diz que para alguns, essa última viagem será trágica, porque não alcançará o destino almejado. Isso depende diretamente do atendimento à ordem de Jesus: “Credes em Deus, credes também em mim. Na casa de meu Pai há muitas moradas… vou preparar-vos lugar… vós sabeis o caminho… Eu sou o caminho a verdade e a vida”. João 14
Para onde será sua última viagem? Prepare-se.
De passagem, Nilson Godoy

 

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Hoje é dia de Olaria

21 de abril é conhecido nacionalmente como o “Dia de Tiradentes”. O mártir da independência do país é festejado, inclusive com feriado. Mas esse é também o dia de Olaria. Recentemente reconhecido como Bairro pelas autoridades municipais, Olaria talvez seja hoje uns mais importantes dos bairros de Nova Friburgo. O comércio, as autoridades civis e religiosas, os moradores e sua recém-criada Associação, estamos vibrando por esta data. Conta-se que, o que era uma pequena fábrica de artefatos de barro, agora se vê tomada de casas e comércio, e continua em franco crescimento.

Como resultado das obras daquela olaria, muitas residências foram construídas. As primeiras, cedem agora lugar à obras maiores, casas confortáveis e amplas. Que Deus recompense aos seus primeiros trabalhadores, pois apesar de não termos aqui aquela fábrica, deixou marcas, deixou histórias, deixou saudades.
Hoje, contudo, precisamos ajudar a construir, não apenas casas, mas as famílias que estão dentro delas. Hoje, a construção urgente não é a de barro, mas das pessoas. Nossa sociedade está clamando, e não só Olaria, por mais segurança, amor, compreensão, justiça, solidariedade, saúde nos relacionamentos e isso se faz com empenho dos homens e com o poder de Deus.
Como nossa sociedade precisa de Deus! Existem muitos religiosos, mas falta compromisso espiritual. Existem muitas Igrejas, mas falta santidade. Existem muitas bíblias abertas e pregadas, mas pouca bíblia praticada.
O que poderíamos dar a Olaria nesse dia? Inaugurações? Festejos? Brincadeiras para as crianças? Sim, tudo isso. Mas também poderíamos e deveríamos, cada um, oferecer um cidadão melhor, uma família mais estruturada, uma Igreja com mais amor, um relacionamento mais justo entre patrões e empregados, cônjuges mais comprometidos, filhos mais obedientes, uma escola de vida e de paz.
Parece que queremos uma sociedade perfeita. Mas, realmente é perfeita a obra que Deus faz naquele que permite. Jesus veio para “dar vida e vida abundante”. Jesus veio trazer luz para uma sociedade que “estava em trevas”. Veio “evangelizar aos pobres, curar os quebrantados de coração, pregar liberdade aos cativos, restaurar vista aos cegos, por em liberdade os oprimidos e anunciar o ano aceitável do Senhor.” (Lc. 4.18-21)
Que estejamos nós na Olaria de Deus, Ajudando a reconstruir vidas.
Amando Olaria, Nilson Godoy

 

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Pelo poder do Espírito

Muito daquilo que vemos e fazemos pode ser impulsionado pelo poder do homem, sua determinação, seus recursos, sua visão. Mas o que precisa ser feito no mundo, deveria ser feito “pelo poder do Espírito”.

E quando o assunto é salvação dos perdidos ao redor do mundo? Quando a necessidade for capacitar, enviar e sustentar missionários? Esse foi o motivo da ordem: aguardem até que recebam “o poder do Espírito”. Até que sejais “revestidos”.
Esse poder, disponível a todos, chegou inconfundivelmente de forma visível e até audível. O revestimento aconteceu e a obra notoriamente se espalhou pelo mundo. Mas tanto o “recebereis”, quanto o “Ser-me-eis” dependem do interesse do crente em obedecer. Ninguém será obrigado a nada, mesmo que o poder do Espírito queira usá-lo.
À luz do movimento evangelizador profetizado em Atos 1.8 e que se espalhou pelo mundo, “pelo poder do Espírito”, veremos como cada um de nós pode e deve testemunhar às nações: “Tanto em Jerusalém, como em toda a Judéia e Samaria”. Ou seja, da sua casa até os confins do mundo:
Orando – Ninguém pode duvidar do poder da oração. Se alguém se prontifica a orar objetivamente por pessoas: missionários ou incrédulos; por nações: cristãs ou fechadas ao evangelho; por recursos: disponíveis ou necessários, certamente será ouvido por Aquele que tudo pode.
Pregando aqui – Alguns podem desprezar o valor da pregação feita aqui, no intuito de se alcançar o mundo. Mas alguém que se converte aqui é menos um incrédulo, mais um pregador, mais um sustentador.
Pregando em outros lugares – Para pregar além rios ou além mar, é melhor que se faça a partir de uma mudança geográfica. Mas como Paulo pregou com as suas cartas! Como podemos pregar através da internet e TV! Como podemos ir longe, daqui mesmo! Mas a pregação com a vida, com as mãos, com o exemplo, exige a mudança do missionário para outras terras. Quem está disposto a dizer: “Envia-me a mim”?
Contribuindo – Alguns se resumem a dar recursos e outros nem isso fazem. Mas, além dos outros passos, é preciso sustentar aqueles que deixam tudo para ir.
Estimulando outros irmãos – Eu posso ajudar estimulando outros nesta tarefa. Anime-se e anime outros.
Que Deus nos faça testemunhas, “pelo poder do Espírito”.
Amando missões, Nilson Godoy

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Abril, mês da Escola Bíblica Dominical

Três letras são usadas nesta sigla, que significa Escola Bíblica dominical. Abençoada, por nos aproximar do livro bendito, esta escola deveria ser obrigatória para todo aquele que deseja agradar a Deus. Dominicalmente, ao redor do planeta, milhões de pessoas são atraídas para esta que é a maior escola do mundo.
Visando uma maior compreensão sobre o significado desse fenômeno no mundo cristão; visando ainda desafiar aos leitores, não só à matrícula, mas também à participação efetiva, queremos utilizar a mesma sigla, EBD, e destacarmos outras características e oportunidades trazidas por esta escola, quais sejam:
Estudo – Caracterizam-se as Igrejas batistas, especialmente, por valorizarem o estudo bíblico, o que deveria ser exigência de todo crente. Desejamos matricular cada membro. Empenhamo-nos em levá-lo a aprender. Aprender o que? Não uma língua, mas como usá-la; Aprender, não uma profissão, mas como trabalhar para o Senhor; Aprender, não como ganhar dinheiro, mas como guardar o verdadeiro tesouro com Deus. O próprio Jesus ordenou: “Examinais as escrituras…” (Jo.5.;39). Paulo escreveu a Timóteo o verdadeiro propósito desse aprendizado: “desde a tua meninice, sabes As Sagradas Letras, que podem fazer-te sábio para a salvação, pela fé que há em Cristo Jesus.” (II Tm 3:15)
Bem aventurado – O alvo de todo homem é a felicidade. Lemos no livro de salmo Cap. 1 que bem-aventurado, feliz, realizado, próspero, é o homem que, ao invés de andar no caminho dos ímpios, medita dia e noite na lei do Senhor. A arte de fazer pão, atividade abraçada pelo padeiro, procura alimentar o corpo do homem. O pão de Deus alimenta a alma, satisfaz o coração. Na família, nos negócios, nos relacionamentos, feliz é o que busca os conselhos do Senhor.
Diário – Mas seria o estudo válido só no domingo? Claro está que não será o mês de abril, nem tampouco só no domingo que devamos enfatizar a Bíblia, amá-la e estudá-la. O livro deve morar em nossa cabeceira; Seus ensinos devem morar em nosso coração. Diariamente, em todo o tempo, dia e noite, interessa-nos saber o que Deus quer nos falar e acatarmos a sua voz.
Matricule-se, frequente, aprenda e viva. A escola é sua e Jesus é nosso Mestre.
Eterno aprendiz, Nilson Godoy

 

 

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Túmulo vazio e vida cheia

A ressurreição de Jesus é o fato de maior relevância na religiosidade de todos os homens e de todos os tempos. Alguém que tenha o poder de sair da sepultura, vencer a morte, é infinitamente maior que qualquer pessoa, mesmo de um que morra por uma causa.

Ao dar a sua vida, por amor, Jesus demonstrou ser melhor que a esmagadora maioria da humanidade. São poucos os que morrem por uma causa e Jesus o fez. Mas ao ressurgir dentre os mortos, Jesus mostrou porque o seu nome está “acima de todo o nome” e porque diante do seu nome deve “dobrar-se todo o joelho, nos céus, na terra e debaixo da terra” (Fl. 2.11)
Pelo fato de ser Ele Deus, ter realizado e ainda realizar milagres na vida dos homens, por ensinar o caminho que deve ser seguido, por morrer e ressurgir, Cristo é digno de toda fé, toda obediência, todo o nosso amor. Seu túmulo vazio, cumprindo promessas feitas, é o retrato do Seu extraordinário poder disponibilizado aos homens.
Muitos dos seguidores de Cristo nunca foram ao suposto lugar de seu sepulcro e nunca constataram, pessoalmente, esse fato. E isso nem é necessário. Cremos na Palavra de Deus que nos diz que Ele ressurgiu. Aleluia por isso! Mas há um fato extraordinário que podemos ver e sentir: o efeito de sua ressurreição em nossas vidas. A vida que Ele dá ao que nele crê, cheia de paz, alegria, esperança e salvação, combinam com o túmulo vazio.
Sem Cristo, o homem é que está morto, perdido, sem salvação. Mas ao aceitar e receber a Cristo, este receber a doação da vida. Vida eterna, vida abundante. A mensagem cristã alcançou o mundo e invade os corações que se rendem a Ele, justamente por podermos constatar hoje que Cristo está vivo e quer viver em nós.
Páscoa é morte. Páscoa é vida. Páscoa é vida trazida pelo seu autor e derramada em abundância. “Eu vim para que tenham vida” (Jo.10.10). Festejemos nesta páscoa, inclusive, a doação da vida, a ação benfazeja do anjo de Deus que livra da morte eterna, aquele que for marcado pelo sangue remidor de Jesus.
Feliz vida! Feliz páscoa!

 

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Nossa Igreja tem o seu Líder

Uma multidão de fiéis em todo o mundo segue o líder espiritual da Igreja Cristã. Seria impensável para a Igreja de Cristo passar um dia sem Sua liderança, seu consolo, sua orientação, sem a presença e atuação do Sumo líder. Sua liderança atravessa os séculos e o foco da história do mundo está voltado para aquilo que Ele é, aquilo que Ele faz e diz. Suas palavras são infalíveis, suas doutrinas não precisam de atualização, sua liderança não tem fim.

Enquanto muitas Instituições podem chorar a morte ou a incapacidade dos seus líderes, nós podemos ver e sentir o agir do escolhido de Deus, o Santo, Dono e Salvador de Pedro, de João, de Maria, de Nilson, de José, de Francisco e de toda a humanidade. Jesus disse que organizaria a sua Igreja sobre a rocha, que significa a verdade de que Ele é o Cristo, o Filho de Deus. Ele disse ainda que “estaria sempre conosco”, até o fim dos séculos.
Cristo não se glorificou a si mesmo, para se fazer sumo sacerdote, mas o glorificou aquele que lhe disse: Tu és meu Filho… Tu és sacerdote para sempre… O qual nos dias da sua carne, tendo oferecido, com grande clamor e lágrimas, orações e súplicas ao que podia livrar da morte, e tendo sido ouvido por causa da sua reverência, ainda que era Filho, aprendeu a obediência por meio daquilo que sofreu; e, tendo sido aperfeiçoado, veio a ser autor de eterna salvação para todos os que lhe obedecem, sendo por Deus chamado sumo sacerdote…” (Heb. 5. 5-10)
Cristo, o Filho de Deus, o Salvador do mundo, escolheu Pedro, Tiago, Paulo e outros Apóstolos e nos escolheu, como disse em João 15.16: “Vós não me escolhestes a mim, mas eu vos escolhi a vós, e vos designei, para que vades e deis frutos, e o vosso fruto permaneça, a fim de que tudo quanto pedirdes ao Pai em meu nome, ele vo-lo conceda”.
Atendendo o chamado de Cristo, a escolha para sermos seus seguidores, tornamo-nos a Sua Igreja, o Seu povo. Quanto a esse chamado disse Pedro: “Porque para isso fostes chamados, porquanto também Cristo padeceu por vós, deixando-vos exemplo, para que sigais as suas pisadas”. ( I Pd. 2.21)
Seguidor de Cristo, Nilson Godoy

 

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Benditas sejam vós, mulheres!

Por hospedar a Jesus em seu ventre, tendo sido escolhida entre todas, Maria ouviu: “bendita és tu entre as mulheres!” Grande bênção foi Maria na vida de Jesus e para a história da humanidade. Onde houver pregação sobre Jesus, o nome desta bendita será anunciado e louvado.

Jesus nasceu, cresceu e morreu, cumprindo assim o seu ministério redentor e até o fim de sua vida terrena, ali estava sua mãe, esta bendita mulher. Agora Jesus não precisa de um ventre para abençoar ao mundo e por isso o ministério de Maria foi único. Mas como podem ser abençoadas e abençoadoras as mulheres de hoje?
Como Jesus precisa ser hospedado no coração, tanto de homens como de mulheres, benditas são as mulheres que entendem esta mensagem e ajudam a Jesus nascer no coração da humanidade. Benditas são as mulheres que vivem a vida de Jesus, segundo o padrão que Ele mesmo deixou na sua Palavra. Benditas são as mulheres que fazem diferença, quer dentro do lar, na Igreja e na sociedade. Normalmente, onde elas estão, ali está o símbolo do amor, da pureza, da dedicação, da família, da fé.
Deus percebeu que sua criação estaria incompleta sem a mulher. Que bendita percepção! Deus decidiu que o homem não poderia viver sozinho e resolveu providenciar-lhe uma ajudadora, uma bênção, uma companhia. Bendita providência! Para que o homens não fossem tão “animais”, convivendo só com eles, Deus nos providenciou uma companhia “angelical”.
Algumas mulheres acabam por imitar o modelo de brutalidade, insensibilidade e maldade mais presentes no comportamento dos homens. Infelizmente. Mas são exceções, felizmente. Porque no geral, são bênçãos, adornos, expressão de bondade e beleza. Outras são seduzidas a um comércio da beleza e da sensualidade, vendendo prazer aos olhos e aos corpos dos homens, fugindo do propósito gracioso do Seu Criador.
E quanto aos homens? Felizes são quando recebem do Senhor a sua bênção. “Uma esposa exemplar; feliz quem a encontrar. É muito mais valiosa que os rubis”. (Prov. 31.10)
Felicitando-as pelo dia Internacional da mulher, alegramo-nos pela bênção que vocês são em nossas vidas. Filhas, esposas, sogras, avós, netas, noras, mães, vizinhas, colegas de trabalho, operárias, Presidente da República, garis, cozinheiras, médicas, sejam sempre responsáveis, amáveis, benditas. Benditas sejam!
Abençoado e grato por elas,  Nilson Godoy

 

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