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Gratidão

Precisamos aprender a agradecer pelas pequenas e grandes coisas. Gratidão não é só uma palavra escassa em nosso vocabulário, é uma atitude que precisa ser desenvolvida. Acima de tudo, devemos ser gratos a Deus pela bondade, pelas misericórdias “que se renovam à cada manhã”. Há uma expressão, que era repetida muitas vezes pelo Pr. Fanini, que nos faz lembrar sobre essa bondade divina: “Deus é bom, toda vida. Toda vida, Deus é bom”. Você já imaginou a importância da oração, da Bíblia, da fé, do amor, do sol e da chuva? Você já parou para pensar como seria o mundo sem a família, sem a consciência individual, sem a misericórdia? São demonstrações do amor de Deus para conosco. Por tanto amor, sejamos gratos.

Mas é preciso agradecer também às pessoas que nos cercam. A recomendação de Paulo aos colossenses é: “Sede agradecidos”. Quantas atividades acontecem ao nosso redor que nunca receberam uma palavra de gratidão! Algumas tornam-se a rotina de pessoas que nos amam, tais como preparar alguma refeição, comprar o pão, lavar a roupa, ajudar aos filhos a fazerem o dever de casa, lavar o carro e tantas outras. Você já imaginou sua vida sem alguma dessas atividades, algum desses favores? Seja grato! Agradeça sempre! Agradeça novamente!.
Sempre achei que tivesse um coração grato, mas percebo que deveria dizer mais vezes para algumas pessoas sobre o valor de sua vida, de seu trabalho, de sua companhia, de seu exemplo. É preciso verbalizar, pois o outro não saberá até que eu diga. Por isso, mesmo que eu já tenha dito, quero repetir: Obrigado, irmão Deneir, porque a “casa de Deus” está sempre limpinha e bem cuidada. O seu zelo extremo, repetitivo, demonstra o quanto o irmão é dedicado e o quanto quer bem a todos nós. Que Deus mesmo o recompense; Obrigado, irmã Arely pela simpatia, pela responsabilidade, pela atenção a todos os setores da Igreja. Sua atuação na Secretaria integra as diversas áreas da Igreja. Que Deus lhe dê a sua recompensa.
Quero agradecer também aos que pregaram em minha ausência nesses dias em que realizei mais uma série de conferências, dirigiram os cultos, oraram por mim e por minha família. Obrigado Diretoria, Ministros e Igreja. Muito obrigado! Como disse Fred de Witt: ”A gratidão é a moeda que podemos cunhar nós mesmos e podemos gastar sem temor de falir.”
Agradeça a seus filhos, esposa, vizinhos, colegas por fazerem parte de sua vida. Agradeça a Deus por tantas bênçãos. E lembremo-nos: “Sejamos agradecidos”
Com o coração grato, Nilson Godoy

 

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“Embargos infringentes”

“Embargos infringentes” talvez tenha sido o termo mais usado nesses últimos dias. Após ampla discussão no plenário do Supremo Tribunal Federal, além dos debates nas ruas e redes sociais, foi decidido que cabem os embargos infringentes, impetrados por alguns dos condenados no chamado “processo do mensalão”.

Embora leigo sobre a matéria, pesquisei um pouco em sites na Internet e descobri que “Na esfera penal, caberão embargos infringentes, conforme o artigo 609 do Código de Processo Penal, quando não for unânime a decisão de segunda instância, desfavorável ao réu . É, portanto, um recurso que somente pode ser impetrado pelo acusado. Frisa-se ainda que: Se o desacordo for parcial, os embargos serão restritos à matéria objeto de divergência. Não é contra qualquer acórdão que cabem embargos infringentes, mas apenas contra aqueles proferidos no julgamento de apelação ou ação rescisória”.
Como as divergências surgiram dentro do próprio colegiado do Supremo, é natural que não haja unanimidade nas opiniões em cada esquina desse País. Mas, pelo menos em alguns itens concordamos todos: que deve ser feita a justiça, que ela deve abranger a todos e que o País não pode pagar pelo erro de alguns, dentre outros.
Sem querer unanimidade, naturalmente, algumas observações podemos destacar desta incômoda e relativamente nova circunstância para o País:
  • A justiça humana é sempre sujeita a falhas – Não estou julgando se deveriam ou não ser acolhidos os embargos, mas destaco o fato de que, onze homens altamente capacitados, que dedicaram suas vidas ao estudo das leis Brasileiras e Internacionais, se dividiram em seus votos e opiniões. Independentemente daquilo que tivesse sido aprovado, eles estariam em lados opostos. Isto significa que, muito além da lei escrita, o próprio julgador também é falho. Vale lembrar que, se a justiça pode falhar, pode fazê-lo tanto para prejudicar, como para favorecer o réu;
  • O cronograma da definição e execução da justiça, pode ser moroso – Contrariando o ditado, a justiça pode tardar e também falhar.
  • Todo condenado espera e pode trabalhar por uma modificação de sua pena – É, inclusive, assegurado o direito ao recurso em instância superior, visando uma segunda opinião, um segundo julgamento.
  • É necessário que a justiça se paute numa lei escrita – O sentimento popular, ou a razão do árbitro poderia causar distorções ainda maiores. A lei deve ser igual para todos, mas o conceito daquilo que é justo pode variar muito, dependendo do réu, do Juiz, ou da época.

Diante dessas observações destacamos algumas lições:

  • Só Deus é perfeito ao julgar. E por ser perfeito, não haverá outra instância a recorrer. O juízo dele é final.
  • Nós, pecadores condenados, podemos mudar a sentença, pelo arrependimento – Não por nós mesmos, não pelo nosso mérito. Mas Jesus morreu para pagar pelos nossos pecados e eles podem ser perdoados. O arrependimento não livra da justiça humana: quem fez tem que pagar. Mas Jesus paga pelo arrependido, morrendo em seu lugar.
  • Não sabemos a data do julgamento – Devemos estar prontos em todo o tempo, pois a qualquer hora chega o dia do juízo.
  • A graça de Deus é suficiente – Não é como no corporativismo ou no suborno possíveis no julgamento humano, quando a própria lei é aviltada. Deus não deixa o pecado sem punição, mas, pela graça, puniu a Jesus no lugar daquele que, arrependido, entrega-se a Ele.
Oremos pela justiça. Sejamos justos. Preparemo-nos para a justiça divina.
Dependente da graça, Pr. Nilson Godoy

 

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Ou ficar à Pátria salva, ou morrer…

O dia 7 de setembro é uma data emblemática para o Brasil: Feriado da Independência. Lembramo-nos hoje da proclamação que marcou a separação política entre Brasil e Portugal, incentivados, especialmente pelos relatos históricos e pelo Hino da Independência, do qual destacamos a frase em epígrafe: “Ou ficar à pátria salva, ou morrer pelo Brasil”. O grito, às margens do Ipiranga, ecoa com vigor nos lábios e na mente dos brasileiros.

Mas, repetimos esta frase sem pensar em suas consequências? Estaríamos dizendo algo sem refletir? Esta frase foi também incorporada num belo hino que cantamos, cujo título é “Minha pátria para Cristo”. Estaríamos mesmo dispostos a morrer pela nossa Pátria? Políticas à parte, quando a cantamos no contexto do hino cristão, a frase nos convida a trabalhar pela salvação espiritual do nosso povo. Desafia-nos a sermos bênçãos nas mãos do bom Deus para tirar do domínio das trevas, da perdição, aquele que ainda está escravizado pelo pecado.
Jesus disse que quem comete pecado é escravo do pecado. Disse ainda que a verdadeira liberdade vem pela atuação do Filho na vida do pecador. E acrescenta: “E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará”. Ao conhecermos a verdade que liberta, devemos trabalhar, dar a nossa vida, pela libertação dos nossos patrícios.
O sugestivo tema da Campanha de Missões Nacionais deste ano convida-nos a afirmarmos com coragem a razão de nossa existência:  vivemos para a Glória de Deus. Deus quer ser glorificado na salvação dos perdidos, tarefa que motivou a encarnação de Jesus: “O Filho do homem veio buscar e salvar o que se havia perdido” e “Todo aquele que nele crer, será salvo”.
Cantemos o “hino nacional Batista” transcrito abaixo e cumpramos nosso propósito de vivermos para a Glória de Deus, incomodados e evangelizadores, enquanto houver um perdido nesse País.
Para a Glória de Deus, Nilson Godoy

 

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Uma Tragédia em Família

Num domingo antes do dia dos pais, sem qualquer “motivação aparente” segundo as investigações policiais, uma família inteira foi morta por tiros em São Paulo: O Pai, a mãe, o filho, sua avó e uma tia-avó.
Qualquer morte causa dor, espanto, agressão ao ser humano. Mas o que está chocando ainda mais nesse caso, é que fortíssimos indícios, apontam para o fato de que o autor da chacina teria sido um menino de 13 anos, filho do casal, um dos mortos, acusado de ter se suicidado após os disparos. A prevalecer esta conclusão de assassinatos seguidos de suicídio, mesmo havendo provas irrefutáveis como vídeos, testemunhos, perícias e tudo mais, perguntas profundas, inquietantes, continuarão insepultas e incomodando o imaginário de todos, tais como: Por quê? Como um menino teria conseguido com tanta precisão? Quando teria surgido a ideia monstruosa? Saberiam os pais de possíveis riscos? Alimentaram de alguma forma, ou não puderam perceber a presença de ódio, doença, amigos criminosos, ou qualquer outra evidência?
O diagnóstico permanecerá incompleto por não podermos ouvir agora o que o filho ou os pais teriam a dizer. Por falhas nessa análise, poderíamos falhar também ao criticar a vida do menino ou da família e é claro que deveremos nos abster em julgar, como sempre. Mas seria imprudente não tirarmos lições, não avaliarmos a nós mesmos, não vermos nossa sociedade nesse espelho. Seria em vão traçar o diagnóstico completo da família acometida pela tragédia. Mas terá um valor incalculável uma investigação sobre como andam as famílias, o que alimentamos nos sentimentos, que tipo de pais, mães e filhos convivem sob um mesmo teto.
Olhando para as “famílias terra”, que deveriam ser benditas em Cristo Jesus, obrigamo-nos a responder sobre a influência, por exemplo, dos jogos que “educam” e “divertem” esta geração em formação; Dos ícones que os inspiram; da presença de armas reais nas mãos de crianças que não sabem distinguir entre o real e o imaginário; Sobre o impacto da divulgação de notícias semelhantes, com riquezas de detalhes, na mente de pessoas que ainda estão aprendendo por imitação; Responder ainda sobre o impacto das leis que promulgamos, do tipo de educação que preconizamos, do valor que damos ao sagrado dentro do lar, da importância do acompanhamento diário no desenvolvimento das ambições dos filhos e tantas outras perguntas. A tragédia da família de São Paulo revela a fragilidade das famílias de todos nós, especialmente ao não podermos medir de imediato e com precisão, o impacto de nossa ética, nossos vícios, nossos amigos, nossa acomodação, na vida daqueles que deveriam receber nossa ajuda em sua formação.
Podemos estar criando “UPPs” para colocar fisicamente um policial perto de cada morador (sem qualquer crítica direta ao projeto de segurança da cidade do Rio de Janeiro), mas podemos estar “criando” deformados, criminosos, desajustados, dentro de nossos próprios lares, não pela falta de policiais, mas pela falta de pais, de mães, de regras, de Cristo, de exemplos e até de censuras.
Seja qual for a conclusão do inquérito policial sobre aquele caso, para evitar outras tragédias familiares, eu e você deveríamos responder, e se preciso buscar arrependimento e corrigir de rumo, sobre como estamos cumprindo as ordens: “ensina o menino no caminho em que deve andar” (Pv. 22.6); e “não vos conformeis… mas transformai-vos pela renovação da vossa mente” (Rm 12. 1 e 2).
Implorando pelas famílias, Nilson Godoy

 

 

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Você percebeu?

Uma revolução aconteceu na rotina da SIBNF nos últimos dias. Não simplesmente pelo ativismo ou pela novidade dos eventos, mas pela disposição dos irmãos e “mover” de Deus. Isso deve ficar registrado na história de nossa Igreja, como sendo um momento lindo e importante.
  • Dia do hospital – Comemorando o dia do hospital, abraçamos aos funcionários e usuários do Hospital Raul Sertã. Recebemos e retribuímos o carinho da direção e de todos.
  • Treinamento – Mobilizados para a o cumprimento do “Ide de Jesus”, todos recebemos um treinamento sobre como evangelizar, através do Pr. Jailton Rangel. Cada crente pode relembrar o plano de salvação e ser desafiado a expor para os seus vizinhos e amigos o que Deus está querendo fazer. Num domingo inteiro, através de uma dinâmica que usa os dedos da mão, falamos da Graça de Deus, onde tudo começa, falamos da realidade de pecado do homem que o torna perdido, do amor que providencia uma solução, da ação de Jesus que morreu em nosso lugar e da fé necessária para a salvação.
  • Dia do amigo – Depois chegou o dia de praticarmos nosso aprendizado. Saímos na feira, procurando pelos nossos amigos, vizinhos e parentes e compartilhamos o que aqui aprendemos. Foi marcante ver cada irmão procurando ser a “boca de Deus”. Alguns ainda não puderam fazer esse exercício, mas saiba dá tempo. Queremos ajudá-lo a tornar-se um propagador contínuo das boas novas de Deus.
  • Operação Jesus Transforma – Dezenas de irmãos participaram da campanha de evangelização em nossa cidade, liderados pelo Pr. Renato Fagundes, Junta de Missões Nacionais e Associação Batista Serrana. Vários bairros, inclusive o Alto de Olaria, Cascatinha e Maria Tereza foram alcançados e abençoados. Quem foi, lucrou. Dezenas de pessoas demonstraram seu desejo de seguir a Cristo e aprender de sua Palavra.
  • Intercâmbio evangelístico – Ao recebermos a Igreja Batista Memorial de São Fidélis, fomos tremendamente impactados pela disposição daqueles irmãos, pelo poder do Evangelho e pela força que temos ao trabalharmos juntos para o Senhor. Outras dezenas de manifestações e de lares se abriram para Cristo. O que dizer da hospitalidade de nossos irmãos? Foi bonito ver irmãos doando de si mesmos, de suas casas, de seu tempo, para recebermos com galhardia aquela Igreja. O que dizer da caminhada no domingo? Ficou marcada na memória dos feirantes e de todos nós. Caminhamos, pregamos, distribuímos literatura, oramos e abraçamos. O que dizer do impacto no Alto de Olaria? Está brotando ali uma Igreja com a cara de Jesus: amor, Escrituras, serviço cristão, relacionamentos, comprometimento.
  • Pequenos Grupos – Nesses últimos dias nasceram quatro pequenos grupos para estudar a Palavra de Deus nos lares. Que grande bênção! Gente que ainda não tem disposição para vir ao templo será alcançada com a palavra de Deus bem perto de sua casa. Não é fantástico? E novos lares estarão se abrindo, novos líderes estão sendo formados, para a Glória de Deus.

Você percebeu? Você participou? Você está construindo esta história de bênçãos? Agradecemos sua participação, suas orações e seu amor crescente por Jesus. Ainda queremos mais, com a bênção de Deus.

    Sendo abençoado, Nilson Godoy

     

     

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    Agora é Oficial!

    Vez por outra, encontramos nas redes sociais uma informação de alerta e com um certo tom ameaçador a todos os seus usuários dizendo para que cada pessoa publique em sua própria página, dentro de um prazo pré-determinado, uma mensagem notificando que não autoriza que as suas informações pessoais se tornem públicas e, também, que não irá pagar pela utilização da rede social. Caso não publiquem, os usuários da internet estarão à mercê dos governos, das redes sociais e as suas informações pessoais se tornarão públicas (como se já não fossem).

    Confesso que olho para essas notícias com um certo ceticismo, visto que a maioria delas apresenta argumentos esdrúxulos e por que não dizer cômicos. Porém, o que mais me impressiona é perceber que muitos acabam repassando as informações que, na maioria das vezes, são falsas de uma maneira muito rápida. A pergunta que me vem à mente então é: o que leva essas pessoas a agirem assim? Talvez seja pelo “Agora é Oficial!”, porém, as respostas podem variar e, por ora, não quero me ater a essa questão.

    Fazendo uma relação com a mensagem do evangelho, da qual somos portadores, fica a comparação: Temos a mensagem verdadeira: JESUS! Esta mensagem precisa ser anunciada com urgência. A pergunta para nós então é: como eu e você temos anunciado a mensagem das Boas Novas de salvação?

    Já que somos prontos a falar e vivemos na era da comunicação precisamos, mais ainda, estar prontos para anunciar “as virtudes daquele que nos chamou das trevas para sua maravilhosa luz” afim de que, através da ação poderosa do Espírito Santo de Deus, nossos familiares, amigos, vizinhos, colegas de trabalho e escola, sejam libertos da escravidão do pecado. Sendo assim, envolva-se nos programas de evangelização de nossa igreja pois…

    …”Agora é Oficial!” Estamos empenhados na Campanha dos 100 Dias de Oração. Precisamos orar mais do que nunca e anunciar a mensagem de salvação para os nossos familiares e amigos. Vamos impactar a nossa família!

    …”Agora é Oficial!” O Evangelho Está Em Sua Mão. Vamos falar do presente de Deus: Graça (Efésios 2.8-9); vamos falar ao pecador: Homem (Rm 3.23); vamos falar do amor e da justiça: de Deus (1Jo 4.8b e Êx 34.7b); vamos falar do Deus-Homem: Cristo (Jo 1.1,14 e Is 53.6) e, por fim, vamos desafiar as pessoas a confiarem em Deus: fé salvadora (At 16.31).

    …”Agora é Oficial!” Se até o povo foi prá rua protestar, a nossa igreja também vai proclamar. Vamos participar da Trans aqui em Friburgo entre os dias 13 a 20 de julho anunciando de casa em casa que Jesus Transforma. Os bairros de Olaria, Alto de Olaria, Cascatinha e Maria Teresa são a nossa Jerusalém.

    …”Agora é Oficial!” Vamos apoiar a Caravana de Evangelização que estará vindo à nossa igreja entre os dias 27 a 31 de julho levando a mensagem de salvação à Escola Batista e a todo o nosso campo de atuação. Vamos nos mobilizar para um Impacto Evangelístico na feira de Olaria no dia 28 de julho às 11h.

    …”Agora é Oficial!” Deus conta comigo e com você!

    E não era oficial antes? Sim! Mas, o “Agora é Oficial!” chama-nos a atenção para o valor e a urgência da mensagem neste tempo. Que Deus nos abençoe!

    Ciente do valor e da urgência da mensagem, Sem. João Júnior

     

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    Clamor, Amor e Ação

    Nunca na história desta nação
    Vi nas ruas, tanta indignação.
    Cada um expressando a sua dor,
    Cada um com o seu próprio clamor.
    Clamor, clamor, clamor!
    Eis a pergunta que não quer calar:
    E agora? “Em que tudo isso vai dar”?
    Muito mais do que o muito falar,
    Pra ajudar o Brasil melhorar:
    Orar, orar, orar!
    Enquanto milhões protestam
    Reivindicam, sugerem ou molestam,
    Junto a eles queremos bradar.
    Contudo, faremos mais que reclamar:
    Clamar, clamar, clamar!
    Nosso pleito legítimo e urgente,
    Adormecido, acordou de repente.
    Outro tempo passar não deixemos:
    No seu tempo, pacientes clamemos.
    Clamemos, clamemos, clamemos!
    Se os governos têm respostas a dar
    Às perguntas que não querem calar,
    Peçamos, reclamemos sem acuar.
    Priorizando a Deus o implorar:
    Orar, orar, orar!
    Orar é compaixão sentir e agir;
    Enquanto se pede, doar, investir,
    Ajudar, apontar e sugerir.
    Sem deixar o “truculento” impedir.
    Pedir, pedir, pedir!
    Enquanto ecoa o grito do coração,
    Esperando de Deus e dos homens a ação,
    Demonstrando fé e resignação,
    Devemos a Deus gratidão, adoração.
    Oração, oração, oração!
    Ao clamor, Deus resposta vai dar.
    Ele sempre responde, por amar.
    Mas, que resposta se espera do cristão,
    Daquele que se esmera na oração?
    Ação, ação, ação!
    Se orar é deixar Deus tratar,
    Sua ação pode ser ordenar
    Que juntos, nos ponhamos a “ralar”
    Pois a fé não vive só de clamar:
    Amar, amar, amar!
    Respostas, clamor e paixão
    Do Senhor, governos e cidadão.
    Mais que grito, cartaz ou refrão:
    Clamor, ternura, atuação.
    Oração, amor, ação!
    Procurando orar, amar e agir, Pr. Nilson Godoy

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    Que país é esse?

    Em poucos dias o Brasil mudou de cara. Sob o slogan “o gigante está acordando”, muitos estão pregando um novo modo de se fazer política, sem partidos, sem líderes, mas com decisões tomadas por grupos e por manifestações. Não sabemos, ao certo, o que colheremos desse movimento.

    As Instituições vinham sendo questionadas nos últimos anos e atitudes toleradas até então, como manipulação pela mídia, por exemplo, ou corrupção nos meios políticos, sofrem a forte oposição das ruas, cujas vozes ecoam em todo o Brasil. Era inimaginável esta reação rápida e crescente que tirou os governantes de uma zona de conforto.
    Mas, que País é esse? É o País de uma juventude forte, que aprendeu com os games e com a tecnologia a solução rápida dos problemas. Uma juventude que aprende o valor da educação, apesar das experiências de seus pais. Uma juventude conectada pelas redes sociais, que se mobiliza com rapidez e que interpreta mais rapidamente ainda as oportunidades. É verdade que há vândalos entre eles, baderneiros, mas, viva a juventude!
    Que País é esse? É o País de adultos, nas filas de hospitais, no labor para o sustento das famílias, nos apertados orçamentos, especialmente dos aposentados. Essa é uma geração que já viu outros movimentos, guerras, apertos, mas que brava gente! Infelizmente, muitos estão sendo “calados com migalhas”, atitude perversa que sempre esteve presente no Brasil.
    Que País é esse? É o País do crescente número de evangélicos, ex-católicos que, mesmo timidamente, estão impondo a agenda política e social, fazendo ouvir a sua voz no Congresso Nacional, nos templos e nos meios de comunicação. Ações como a da “Cristolândia”, das Escolas confessionais, das resistências em relação ao aborto, homossexualismo e desmantelamento da família, se fazem ecoar de norte a sul.
    Que país é esse? Um País que ora, crendo na promessa divina: “Se o meu povo que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e me buscar, e se converter dos seus maus caminhos; Então eu ouvirei dos céus, perdoarei os seus pecados e sararei a sua terra” (2 crônicas 7:14) Lembremo-nos, por exemplo do programa de oração dos Batistas, durante 100 dias em 2012. Oramos, naquele tempo, pedindo que Deus permitisse lisura e transparência nos contratos do setor público, para que o Brasil fosse liberto da corrupção e dos negócios ilícitos, que houvesse ética nos negócios; Oramos por democracia, liberdade de imprensa e religiosa; pedimos também pelo poder judiciário, por uma justiça “justa”, pelos hospitais e pelo sistema de saúde e transporte. Oramos ainda pela presidente, seus ministros e secretários, pelos governadores e prefeitos. Fico a pensar: está Deus já respondendo ao nosso clamor? Está Deus usando a juventude e suas manifestações, para nos responder? Continuemos a orar.
    Esse é o nosso País: Grande, mas carente; rico, mas de povo sofrido; cheio de fé, mas muitas vezes longe de Deus. Esse é o campo que Deus nos deu e por ele oramos novamente, em mais 100 dias de oração. Participe desta grande manifestação de fé, que não apenas pode mudar o rumo político, mas a vida de cada brasileiro. Participemos, por exemplo, do encontro da família, no próximo dia 29 de junho em nossa igreja, por um Brasil melhor.
    Patriota, Pr. Nilson Godoy

     

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    “Hoje mesmo estarás comigo no paraíso”

    Imaginemo-nos ouvindo esta expressão de Jesus! Talvez aquele homem malfeitor tivesse alguma esperança de sair daquela cruz, ajudado por aquele que estava ao seu lado e em cujo poder demonstrou ter passado a crer. “Esse nenhum mal fez”, disse ele ao outro mafeitor. Devemos temer a Deus, pois estamos condenados justamente, e devemos pedir: lembra-te de nós quando entrares no teu reino.

    Várias pessoas presenciaram esses momentos finais de Jesus e a alguns deles, Jesus dirigiu palavras: Palavras de perdão, palavras de amor, palavras de advertências, palavras de incentivo à fé, palavras de clamor, palavras de intercessão, palavras que expressaram a certeza do cumprimento da missão. Jesus também ouviu algumas palavras e presenciou algumas atitudes: Palavras de escarnecimento, palavras de blasfêmias, palavras de lamentos. Mas de todos os presentes ali e de todas as palavras pronunciadas na cruz, estamos destacando nesse texto um dos malfeitores e as palavras de certeza que ele ouviu.
    O que Jesus poderia dizer aos diversos participantes daquele “espetáculo”? O que diria, se dirigisse a palavra a alguns deles? Imaginemos, por exemplo, o que diria ao outro malfeitor: você e seu comparsa vão morrer hoje. Mas ele , arrependido, acabou de aceitar a vida que não se acaba, a vida no paraíso e por esta fé, eu o perdoei dos pecados. Você deveria seguir o exemplo dele;
    • Aos soldados diria: Não há nada que vocês falem que me impeça de pedir ao Pai que os perdoe. Sei que vocês não sabem o que fazem. Daqui a pouco vocês verão manifestações da natureza em repúdio às atrocidades que cometem e terão a oportunidade de reconhecerem que os amo e os perdoo.
    • Aos discípulos Jesus diria: Eu os preveni de que esse momento chegaria. Estou sentindo dores, mas decidi que assim deveria ser, para que pudesse pagar pelos seus pecados e confirmar o plano de meu Pai de salvar a toda a humanidade. Conto com vocês para divulgarem o que estão vendo e ouvindo em todo o mundo.
    • À Judas Iscariotes, se ainda estivesse vivo, Jesus poderia ter dito: Arrependa-se, Judas. Eu o chamei de amigo e continuo amando-o e estou também pagando o preço do seu erro, do seu pecado. Haverá uma prestação de contas no juízo, mas se você se arrepender, será perdoado.
    É claro que estamos colocando palavras hipotéticas na boca de Jesus. Todas essas palavras seriam associadas ao seu propósito salvador e ao seu compromisso de amar. Mas vale enfatizar as palavras reais de Jesus, ditas a um dos seus companheiros de morte: hoje a sua realidade será infinitamente melhor: o paraíso.
    O que Jesus diria se hoje estivesse se dirigindo a você. Como qual dos pecadores você se pareceria? Com o da direita ou o da esquerda de Jesus? Hoje é a hora de você decidir o que gostaria de ouvir. O que Jesus diria aos seus amigos e parentes e até mesmo aos seus conterrâneos? Hoje é a hora de você investir para que mais pessoas ouçam o convite “Vinde benditos de meu Pai”. “Hoje estarão no paraíso”.
    Crendo e pregando, Pr. Nilson Godoy

     

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    Hoje é o dia do Pastor

    Escrevo hoje, referindo-me a um dia aleatório, como o dia 31 de março, por exemplo. Sim, hoje é o dia do Pastor. Mas no calendário eclesiástico do ano de 2013 está reservada a data de 09 de junho. Qual será o dia correto? Repito, sem medo de errar: hoje é o dia do pastor.

    Vamos deixar a data para resolvermos depois. Vamos falar primeiro sobre o pastor? Quem ele é? O que se espera dele? Jesus disse de si mesmo como o “Bom pastor” e acrescentou: “O bom pastor dá a vida pelas ovelhas”. Na verdade, sendo Jesus o pastor, todos os dias devemos reder-lhe homenagens, honras, gratidão. Ontem, hoje, amanhã e sempre serão dias iguais, dias do Pastor Jesus em nossas vidas.
    Esse Jesus, pastor supremo, “deu dons aos homens” e a alguns Ele chamou como auxiliares seus, para pastorear o seu rebanho. Aliás, já que todas as ovelhas são dEle, só podemos admitir alguém como pastor, se for chamado pelo Dono, Jesus. Assim como o exercício ilegal de uma profissão acarreta em ônus, dissabores, prejuízos, assim também, querer exercer o pastorado sem o chamado divino, torna-se um desastre.
    Um dos motivos para a preocupação com esse chamado divino é que Jesus vai requerer das mãos dos pastores, seus auxiliares, a prestação de contas sobre as ovelhas que são dele. Em Hebreus 13.17 lemos: “Obedecei a vossos guias, sendo-lhes submissos; porque velam por vossas almas como quem há de prestar contas delas; para que o façam com alegria e não gemendo, porque isso não vos seria útil.” Ou seja: todos prestaremos contas a Deus sobre os nossos atos e os pastores, além da prestação de contas sobre os seus atos, ainda prestarão contas das ovelhas que estão sob os seus cuidados.
    Seria uma tragédia para o pastor, se apenas no segundo domingo de junho fosse ele lembrado, ouvido, honrado. Seria uma tragédia também para as ovelhas se, por qualquer motivo, o seu compromisso com o Sumo Pastor, não fosse alvo de orações, dedicação e dependência constantes. Portanto, hoje é o dia do pastor terreno, do sumo Pastor e dia das ovelhas também. Hoje é dia de renovação de compromisso de todos nós, compromisso de oração, de sustento, de apoio, de honra, de serviço, de prontidão, porque o fazemos para aquele que realmente nos pastoreia, Jesus.
    Quanto aos pastores temporários, terrenos e humanos, lembremo-nos de suas fragilidades, de que são carecedores de nossas orações e incentivo. Um pastor só pode chegar a realizar alguma grande tarefa de apoio às ovelhas, se conseguir reconhecer sua pequenez e dependência permanente do agir do Espírito de Deus e se for apoiado pelo rebanho que lidera.
    Com alegria por estarmos juntos nesse rebanho, Nilson Godoy

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